As instituições representam uma inércia que segue sempre o mesmo cenário rotineiro. É isto que provoca a confiança nos resultados da sua ação. Estas instituições detestam a incerteza e adaptam-se mal à mudança. Muitas vezes, é uma coisa que dá lugar a debates sobre a sua razão de ser. Para que servem, exatamente? Jürgen Stark – que se demitiu das suas funções no BCE dia 9 de setembro – também colocou esta questão.

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