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"O Conselho de Administração do UniCredit retira a confiança a Profumo", titula Il Sole 24 Ore, no dia seguinte à demissão do patrão do principal banco italiano, bem estabelecido na Alemanha e na Europa central. O Conselho condena Alessandro Profumo por ter consentido que a Líbia passasse a ser a primeira acionista do banco sem o informar. O diário pergunta "Quem tem medo de um banco independente?", adiantando que Profumo, exemplo italiano raro de gestão independente, conta com vários inimigos políticos. A começar pela Liga do Norte, diz La Repubblica que explica ainda que Profumo se mostrou hostil ao aumento da sua influência no setor bancário.