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Durante o seu discurso anual sobre o estado da nação, o primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy, do Partido popular, propôs reformas legais e criminais para combater a corrupção e congratulou-se pelo facto de não ter pedido um resgate.

O líder da oposição, Alfredo Pérez Rubalcaba (Partido Socialista), aceitou o pacto sobre a corrupção mas pediu explicações sobre o caso Luis Barcenas, que envolve o ex-tesoureiro do PP num escândalo de pagamentos ilegais a altos dirigentes do partido e fuga ao fisco.