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À medida que se aproximam as eleições previstas em setembro, o maior país europeu integra a coligação contra o gás de xisto, instaurando imediatamente regulamentações que restringem o uso das técnicas de extração do gás de xisto, adianta o diário de Varsóvia, que cita uma entrevista da chanceler Angela Merkel publicada no Straubinger Tagblatt.

“É um remake do cenário francês, onde o gás de xisto foi proibido 18 meses antes das eleições presidenciais”, explica a Gazeta Wyborcza.

O diário realça que “a coligação contra o gás de xisto em Paris e Berlim vai reforçar a fação dos políticos europeus opostos à exploração dessas jazidas, o que poderá ter um impacto negativo nos projetos de extração do gás de xisto na Polónia”.