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"Desemprego nunca mais", diz o título do Frankfurter Rundschau, no entender do qual os trabalhadores alemães vão beneficiar da retoma económica. Os salários aumentam e, sobretudo, a Siemens pôs termo aos despedimentos. O grupo, que emprega 128 mil pessoas na Alemanha, prolongou o "pacto de emprego", através do qual garante não despedir os seus trabalhadores e envolvê-los mais na estratégia da empresa. No entanto, uma vez que esse pacto pode ser renegociado a partir de 2013 e inclui uma cláusula para o caso de crise grave, a imprensa interroga-se sobre a vontade real de garantir a segurança do emprego.