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“Os governos europeus podem ter tomado medidas para salvar a moeda única quando esta se encontrava à beira do precipício, mas o preço a pagar é elevado: o desagrado crescente dos cidadãos com a União Europeia”, constata o diário.

Uma recente investigação do Eurobarómetro mostra que a confiança na UE caiu drasticamente em todos os países e não apenas nos do Sul atingidos pela crise.

“Mas, há um ‘mas’ importante”, realça Ta Nea: “Quando lhes é perguntado se preferiam que o país saísse da União Europeia ou abandonasse o euro, a resposta é não”.