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É uma estreia, desde o rebentamento da crise na zona euro, em finais de 2009: ao decidirem liquidar o Laiki Bank, o segundo banco de Chipre, os países do Eurogrupo decidiram não salvar uma instituição de crédito.

Durante a reunião, o ministro das Finanças alemão Wolfgang Schäuble, partidário da “linha dura” em relação a Nicósia, classificou como “equitativo” o plano de resgate negociado com Chipre.