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Na noite de 29 de março, uma esquadrilha da aviação russa, formada por dois bombardeiros estratégicos e quatro caças, que partiram de São Petersburgo, efetuou ataques fictícios contra alvos militares situados na região de Estocolmo e no Sul da Suécia, antes de voltar à base.

A NATO reagiu enviando dois intercetadores dinamarqueses estacionados na Lituânia. O Svenska Dagbladet escreve que apesar de o facto de Moscovo ter prevenido Estocolmo de que iria realizar exercícios no período da Páscoa, nessa noite a aviação sueca não estava em estado de alerta.

No entanto, a 15 de janeiro, o ministro da Defesa Karin Enström tinha declarado que “o objetivo da política [sueca] de crise, de segurança e de defesa é estar em estado de alerta 24 horas por dia, para o caso do imprevisível acontecer”.