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A 29 de abril, a nova coligação governamental de Itália, liderada por Enrico Letta (Partido Democrata), foi aprovada na câmara baixa do parlamento com 453 votos contra 153 e espera-se que receba, igualmente, o apoio do Senado, a 30 de abril.

No seu discurso perante os deputados, Letta revelou alguns dos pontos essenciais do seu programa de Governo: cortar custos do trabalho e reduzir o imposto sobre imóveis (IMU), como exigido pelos seus parceiros de coligação do Partido do Povo pela Liberdade, bem como abolir a atribuição de dinheiros públicos aos partidos. Prometeu começar as reformas dentro de 18 meses.

Depois do voto do Senado, Letta iniciará uma série de visitas diplomáticas a Bruxelas, Berlim e Paris na esperança de tranquilizar os parceiros europeus da Itália mas também para pedir uma interpretação mais flexível do Pacto de Estabilidade para o seu país.