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Pela segunda noite consecutiva, a 20 de maio, houve motins em Husby, um subúrbio de Estocolmo maioritariamente habitado por imigrantes. Foram incendiadas várias viaturas e as forças da ordem foram atacadas à pedrada por bandos de jovens com as caras tapadas.

Estes motins acontecem após a morte, a 13 de maio, de um homem de 69 anos, que foi morto pela polícia a quem ele tinha ameaçado. Mas a segregação e o desemprego são igualmente causas destes acontecimentos, escreve o Dagens Nyheter.

Além disso, a polícia é acusada de ter usado linguagem racista em relação aos habitantes do bairro. “Chamaram-nos ‘pretos’ e ‘macacos’”, lamenta Rami Al-Khamisi, porta-voz da associação Megafonen [O megafone], que desenvolve trabalho junto dos jovens dos subúrbios de Estocolmo.