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No seu último Boletim, publicado a 25 de setembro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) “empurra a Europa para uma União Fiscal”, titula Die Press na primeira página.

Para “cimentar a confiança no sistema bancário”, o FMI propõe ainda estabilizar a zona euro melhorando a supervisão das políticas nacionais através de uma “partilha predeterminada dos riscos” com o lançamento de “empréstimos centralizados” — ou seja, euro-obrigações — e apoio aos bancos da zona euro.

Porém, nota Die Presse, estas soluções arriscam-se a desagradar a Berlim que, até à data, se recusou a aplicar medidas como as euro-obrigações ou a mutualização do risco bancário.

Por seu turno, El Periódico sublinha que o FMI

propôs à Europa o estabelecimento de um subsídio de desemprego comum no seio da zona euro a fim de minimizar o impacto da crise económica na população. [...] Um grau mais importante de mutualização dos riscos entre os países-membros, incluindo a criação de um fundo de contingência comum, de um sistema europeu de subsídio de desemprego e de um orçamento comum, facto que irá reduzir o custo de eventuais planos de resgate.