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A Nokia, a Europharm e a Poiana são apenas algumas das fábricas que cessaram as suas atividades na Roménia desde 2008. Mas o êxodo não acaba aqui, explica em primeira página o diário de Bucareste Adevărul, uma vez que três outras grandes empresas – a Enel, a Eni e a Lafarge – já anunciaram a sua saída do país. Além disso, em 2008, quando a crise começou a afetar a Roménia, existiam 42 bancos no mercado local que, no final do ano passado, passaram para 39, uma parte dos quais com novos acionistas e portefólios retomados por outros. Nos seis primeiros meses deste ano, os investimentos diretos estrangeiros diminuíram em mais de 10% em relação ao mesmo período de 2013.