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No dia 22 de setembro, o Estado Islâmico (EI) ameaçou a França, membro da coligação que luta contra o mesmo no Iraque, de represálias, escreve o Libération. O EI também reivindicou o sequestro de um caminhante francês na Argélia e afirma executá-lo, caso a França não ponho um termo à sua intervenção no Iraque.

O EI também acusa Paris de ser um aliado dos xiitas, bem como de ter má reputação no mundo islâmico devido, nomeadamente, à lei que proíbe o véu islâmico, explica o Libération. Para o diário francês, a ameaça do EI contra “os maldosos e perversos franceses”, que incentivam a matar “de qualquer forma”

surge como um apelo aos que são designados como, com ou sem razão, “lobos solitários”, à semelhança de Mehdi Nemmouche ou de Mohamed Merah.

No seu editorial, o Libération realça que a França “tem motivos” para levar estas ameaças a sério, uma vez que “Mehdi Nemmouche, o assassino do Museu Judaico de Bruxelas, mostrou que a passagem ao ato é possível”.