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“Foi comunicado ao Reino Unido que terá de contribuir com mais 2,1 mil milhões de euros para o orçamento da UE dentro de algumas semanas devido à sua prosperidade”, escreve o Financial Times, acrescentando que, “por sua vez, a Alemanha e a França recebem um desconto de 779 milhões e de mil milhões, respetivamente”. O diário financeiro indica também que o novo cálculo da contribuição britânica para o orçamento da UE pretende “compensar pelo seu melhor desempenho económico relativamente a outros países da UE desde 1995” e que o primeiro-ministro britânico David Cameron contestará a decisão da UE:

a fatura excecional enfurecerá os deputados eurocéticos num momento chave para o primeiro-ministro, que luta contra a forte tendência anti-UE na política britânica que está a abalar o seu partido e acelerará o debate sobre a posição do Reino Unido na Europa.