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É uma das vítimas indiretas dos acontecimentos na Tunísia, Egito e Líbia: "Diplomacia francesa empurrada pela revolta árabe", titula Le Monde. "O ritmo acelerado dos levantamentos populares no Médio Oriente, numa região onde a França pensava desempenhar um papel particular e onde as críticas formuladas contra a política externa francesa suscitam dolorosos exames de consciência no Quai d’Orsay", constata o diário, que publica um artigo assinado por um grupo de diplomatas a denunciar o "amadorismo", as "preocupações mediáticas a curto prazo" e a "falta de coerência" da política estrangeira de Nicolas Sarkozy. "A voz da França desapareceu no mundo", lamenta este grupo conhecido por "grupo Marly".