A primeira página do Gândul adverte as futuras mães: “Se der à luz depois de 1 de janeiro, fica em casa apenas um ano”. A 6 de dezembro, no quadro das medidas de austeridade, o Governo romeno decidiu reduzir para metade a licença de maternidade – uma das mais longas e mais vantajosas da Europa. Nesse mesmo dia, os ministros do Emprego dos Vinte e Sete rejeitaram a proposta do Parlamento Europeu para que a licença de maternidade mínima passasse de 14 para 20 semanas pagas a 100%, escreve o EUobserver. Uma decisão igualmente motivada pela necessidade de reduzir os défices orçamentais.
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