“Chegamos demasiado tarde ao memorando”

Publicado em 14 Agosto 2013 às 10:37

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Panicos Demetriades, governador do Banco Central cipriota, reconheceu, a 13 de agosto, perante uma comissão de inquérito sobre as responsabilidades na crise bancária cipriota, que, se o plano de resgate europeu tivesse sido adotado no outono de 2012, final de 2011, o impacto sobre a economia cipriota e sobre os aforristas teria sido menor, refere o Politis.
Adotado em março de 2013, o plano custou cerca de 4500 milhões de euros aos bancos cipriotas.
Ao assumir funções, em maio de 2012, Panicos Demetriades afirmou ter endereçado, desde meados de novembro, ao presidente da República e ao ministro das Finanças de então, várias cartas a pressioná-los para que negociassem o plano de ajuda com Bruxelas.
O governador adiantou que, por seu turno, os dirigentes europeus tinham adiado as negociações sobre o memorando para depois das eleições presidenciais de 2013.

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