Os controladores aéreos pagarão “o preço de se terem amotinado”, escreve o Público. Após a greve surpresa de 3 de dezembro, 442 dos 2300 controladores aéreos vão ser alvo de um “processo disciplinar”, noticia o diário. Protestando contra a quarta alteração do seu horário de trabalho desde o início do ano, bloquearam cerca de 640 mil passageiros, provocando a fúria da opinião pública. O Governo declarou o estado de emergência, pela primeira vez desde 1975, e entregou o controlo do espaço aéreo ao exército.
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