Paz quente

Publicado em 24 Setembro 2014

Numa altura em que o aquecimento global é cada vez mais visto como “a mais grave ameaça para a paz e a segurança”, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse na cimeira sobre alterações climáticas organizada pela ONU, onde se reuniram 120 líderes mundiais, no dia 23 de setembro, que “a UE se encontra num bom caminho para atingir os seus objetivos de 2020 de reduzir as emissões e aumentar a energia renovável”, escreve o EUobserver, acrescentando que “a proposta da Comissão inclui um objetivo de redução de 40% das emissões a nível interno até 2030, quando comparado com os níveis de 1990, e ainda uma meta de, pelo menos, 27% de energias renováveis e 30% de poupança de energia. Barroso também “anunciou planos que visam reservar mais de 3 mil milhões de euros em subvenções para apoiar a energia sustentável nos países em desenvolvimento ao longo dos próximos sete anos”. A UE não traz nada de novo para a mesa de negociações, mas continua a querer ser uma campeã do clima”, revelou um especialista em alterações climáticas ao EUobserver, acrescentando que “a UE depende demasiado de combustíveis fósseis, que contribuem em larga medida para as emissões de gases com efeito de estufa”.

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