A crise do euro está em standby, os biliões de créditos concedidos pelo Banco Central Europeu acalmaram os ânimos. Mas, nos mercados financeiros, desenha-se uma nova ameaça: a democracia. "As eleições francesas [à segunda volta das presidenciais, em 6 de maio, seguem-se as legislativas, em junho] e gregas [em 6 de maio], tal como o referendo na Irlanda [em 31 de maio] causam preocupações entre os investidores, as empresas e os consumidores", explica Elga Bartsch, do banco de investimento norte-americano Morgan Stanley.
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