“A partir do mês de abril, as organizações governamentais, as administrações locais e as empresas poderão adotar uma abordagem de descriminação positiva ao contratarem funcionários”, escreve o SME.
Uma nova alteração na lei antidiscriminação vai facilitar a contratação de trabalhadores sociais ciganos, para que possam trabalhar nos seus guetos. Esta iniciativa aumentará também as hipóteses dos estudantes ciganos conseguirem entrar na universidade.
Segundo o ministro eslovaco do Trabalho, cerca de 200 mil ciganos vivem nos cerca de 700 guetos do país.
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