Balanço mitigado para o economista Viktor Orbán

Publicado em 29 Maio 2013 às 14:02

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No dia 29 de maio de 2010, Viktor Orbán foi eleito primeiro-ministro. Três anos depois, o Magyar Hirlap faz um balanço positivo da sua ação económica, e considera “as medidas não ortodoxas eficazes”. O diário de direita estima que

o Governo de direita herdou “uma economia em ruínas”, mas que a Hungria se encontra agora no caminho certo para construir um modelo de sucesso […]. Para evitar medidas de austeridade, foram instaurados novos impostos, nomeadamente para as multinacionais que, até à data, tinham lucros colossais. […] Além disso, e apesar da crise, a dívida pública diminuiu consideravelmente.

Por seu lado, o Népszava denuncia uma “corrida louca do Fidesz ao poder”. O diário de esquerda enumera as medidas “de governação “ que, em alguns casos, “contradizem o programa inicial do Fidesz”:

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As relações conflituosas com a União Europeia, o aumento do desemprego [11,2% da população ativa], a injustiça do imposto sobre o rendimento sujeito a uma taxa única, o aumento do IVA para 27% (a taxa mais elevada na Europa), a diminuição das despesas públicas na Saúde, as leis anticonstitucionais…

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