Ao restringir o acesso aos capitais e às tecnologias avançadas nos sectores da defesa e da energia, a UE impôs pela primeira vez apoiar os separatistas pró-russos no este da Ucrânia titula o Gazeta Wyborcza. Apesar da lista exata de sanções ainda não ter sido divulgada, a UE vai criar uma equipa de especialistas para assegurar que Moscovo não contorna estas restrições.
Num comentário, o diário realça que “os próximos dias e as próximas semanas serão muito difíceis para Vladimir Putin”, uma vez que as sanções constituem um golpe adicional depois de os Estados Unidos terem acusado a Rússia de violar o tratado antimísseis nucleares de 1987, após a Ucrânia ter intensificado a sua ofensiva contra os separatistas pró-russos e após um tribunal arbitral de Haia ter estabelecido, no dia 27 de julho, que o Estado russo terá de pagar 37,3 mil milhões de euros por perdas e danos pela expropriação de vários ativos da companhia petrolífera Youkos.
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