“Depois da rejeição do plano de resgate acordado entre Nicósia e Bruxelas, a crise bancária de Chipre mete medo à zona euro”, escreve o semanário, “e corre o risco de se estender aos bancos dos outros países em dificuldades”.
O Internazionale pega em vários artigos da imprensa europeia, entre os quais ao rejeitar o plano, o parlamento cipriota fez “uma escolha corajosa”, porque o acordo “iria afundar a economia e minar a confiança dos aforradores europeus”.
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